O modelo hegemônico vigente na produção de alimentos, consequente do modelo massivo padronizante iniciado pela Revolução Verde, trouxe a mecanização do campo e utilização de insumos químicos artificiais que num primeiro momento resultou em maior produtividade. Por esse motivo eles se apropriaram do discurso de matar a fome do mundo, mas que em última análise estão é matando o mundo (com a gente dentro).
Os trangênicos são também fruto desse pensamento da segunda guerra mundial e até hoje ainda se vende como inovação.
Na verdade isso é o futuro... do pretérito.
No entanto, sabe-se atualmente que esse modelo traz uma série de externalidades embutidos, que em linguajar mais simples seria, um custo (sociais e ambientais de diversas naturezas) que não é contabilizado e que é repartido por toda a sociedade.
São contaminações de solo, ar, água, organismos, doenças severas crônicas e agudas, problemas socioeconômicos e diversos outros aspectos que são simplesmente ignorados na hora de contabilizar a produtividade.
Abaixo um infográfico (em inglês) que ajuda a entender vários dos aspectos (mas não todos) relevantes ao considerar o sistema de produção e consumo.
Desenho obtido em worldwatch institute
EcoDebate: Índice da edição nº 4.313, de 15 a 19/06/2026
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Danos ambientais dos 10% maiores consumidores podem chegar a US$ 5,7
trilhões por ano / Desertos verdes e os conflitos ocultos da economia da
celulose / ...
Há 6 dias

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